Tonhão, como é carinhosamente conhecido na “Caio Martins”, percorreu uma infância complicada na periferia de Belo Horizonte. Filho de mãe solteira e guerreira, que criou ele e os irmãos com dificuldades e enfrentando uma rotina exaustiva de trabalho, Tonhão parou de estudar, se envolveu com drogas e ganhava dinheiro como flanelinha pelas ruas da cidade. Detectado com QI inferior a média, com a perda da mãe o menino entendeu que era preciso mudar de ares e dar um novo sentido a sua vida. Foi então que em 1978 começou a estudar na Fundação Educacional Caio Martins - FUCAM em Buritizeiro (MG), no Norte de Minas Gerais. Lá ele descobriu que a escola poderia se tornar um lar, o seu lar. E é lá que ele permanece até hoje como vice-coordenador do Centro Educacional de Buritizeiro -CEB.

O conteúdo integra a campanha #MemoriasFUCAM, um resgate e valorização de personagens importantes que contribuiram ou que ainda contribuem na história da Caio Martins 

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Entrevista e Imagens: Michelle Parron
Edição: Melyssa Fonseca
Finalização: Rogério Arruda
ASCOM FUCAM